‘Scientists falsify data to get research published and whistleblowers are bullied into keeping quiet,’ claim their own colleagues

Artigo sugerido por Verusca Reis

More than one in ten scientists and doctors claim to have witnessed colleagues deliberately fabricating data in order to get their research published, a new poll has revealed.

The survey of almost 2,800 experts in Britain also found six per cent knew of possible research misconduct at their own institution that has not been properly investigated.

The poll for the hugely-respected British Medical Journal (BMJ) is being presented at a meeting aimed at tackling research misconduct in the UK.

It is being hosted by the BMJ and the Committee on Publication Ethics (Cope).

Dr Fiona Godlee, BMJ editor in chief, said: ‘While our survey can’t provide a true estimate of how much research misconduct there is in the UK, it does show that there is a substantial number of cases and that UK institutions are failing to investigate adequately, if at all.

‘The BMJ has been told of junior academics being advised to keep concerns to themselves to protect their careers, being bullied into not publishing their findings, or having their contracts terminated when they spoke out.’

Cope chair Dr Elizabeth Wager added: ‘This survey chimes with our experience where we see many cases of institutions not co-operating with journals and failing to investigate research misconduct properly.’

Earlier this month, health experts writing in the BMJ online warned that excluding data from clinical trials could endanger patients.

In an editorial, Dr Richard Lehman from Oxford University and the journal’s clinical epidemiology editor Dr Elizabeth Loder called for an end to the ‘culture of haphazard publication and incomplete data disclosure’.

They called for more robust regulation and full access to the raw trial data, not just what ends up being published.

They said that those who deliberately hide results ‘have breached their ethical duty to trial participants’.

By GAVIN ALLEN

Publicado em MailOnline: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2085814/Scientists-falsify-data-research-published-whistleblowers-bullied-keeping-quiet-claim-colleagues.html

 

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Sobre estudosdects

Oficializado junto ao CNPq em 2010, este grupo existe informalmente desde 2004, ano em que o prof. dr. Antonio Augusto Passos Videira começou a ministrar disciplinas no Programa de Pós-Graduação em Filosofia especificamente voltadas para os problemas, temas e autores dos chamados Science Studies. O objetivo, ao ministrar tais disciplinas, era apresentar aos alunos do PPGFil uma nova perspectiva para a análise da ciência que abarcasse outros eixos teóricos que não apenas aqueles tradicionalmente empregados pela Filosofia. Esses outros eixos temáticos incluem a História e a Sociologia das Ciências. No entanto, e diferentemente do que se pode esperar da perspectiva dos Science Studies, o grupo em torno do prof. Antonio Augusto Videira considera relevante analisar a ciência a partir das suas implicações e/ou pressupostos ontológicos e metafísicos. Desse modo, ocorre também uma ampliação no recurso que se faz da Filosofia, uma vez que esta última não se resume à Filosofia da Ciência. Em outras palavras, a ciência é mais do que apenas um tipo específico de conhecimento sobre a natureza.
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